terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

MEDITAÇÃO E SAÚDE

Meditação ajuda a aliviar a dor, indica estudo Data : Sábado, 7 de fevereiro de 2009RIO - Meditar pode ser uma ferramenta eficaz para quem busca alívio para a dor, indicam pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Um novo estudo publicado na edição de fevereiro da revista Psychosomatic Medicine mostra que quem medita costuma ter menos sensibilidade a dores, tanto durante crises quanto no dia-a-dia. " Quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor "--------------------------------------------------------------------------------A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor. "Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico. De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração. A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor. - O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense. Quando estamos no campo das possibilidades infinitas, entramos no vazio, no zero, e podemos usufruir de todas estas oportunidades.

NOVIDADE - ARROZ PRETO

OBA-OBA-OBA - novidades !!


fonte: http://www.arrozpreto.com.br/
Um arroz de grão curto e meio arredondado, textura macia, sabor e aroma acastanhado e coloração preta.
Cultivado na China há mais de 4 mil anos, com fama de produto afrodisíaco era chamado de "Arroz Proibido", pois era consumido apenas pelo Imperador, cabendo a seus súditos somente a produção dos grãos.
No Brasil, a pesquisa teve início em 1994, desenvolvida pelos pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, para as características de solo e de clima paulistas, e batizado com o nome de IAC-600.
O Arroz preto tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra, tem menos gordura e menor valor calórico que o arroz integral.
É mais rico em compostos fenólicos que são benéficos à saúde humana, pois são substâncias que previnem o envelhecimento por seu poder antioxidante.
Por ser um produto exótico, é muito apreciado pelos chef´s da gastronomia nacional e internacional.
INTRODUÇÃO
Preocupado com a situação da orizicultura paulista o Instituto Agronômico iniciou em 1992 um programa de melhoramento genético com o objetivo de desenvolver variedades de arroz com tipos especiais de grãos para atender a demanda de nichos de mercado destinados à culinária mundial. Dentre esses novos produtos destacam-se aqueles com película colorida, caso específico do arroz com película preta, tipo bem difundido na Europa e nos Estados Unidos, oriundo da China, onde é produzido há mais de 4.000 anos.
A partir da década de 80, a China intensificou o melhoramento para arroz preto e hoje existem mais de 50 variedades modernas cultivadas naquele país. Com as pesquisas iniciadas em 1994, o Instituto Agronômico tem a grande satisfação de colocar à disposição dos orizicultores de São Paulo a IAC 600, primeira cultivar de arroz preto lançada no Brasil, para atender a demanda da cadeia produtiva de arroz.
Essa cultivar, IAC 600, é Oryza sativa, e não deve ser confundida com o chamado arroz selvagem que é outra gramínea (Zizania sp.).
ORIGEM
A cultivar IAC 600 originou-se de seleção massal realizada em 1994, em uma população da variedade chinesa Wang Xue Ren apresentava segregação para várias características agronômicas e culinárias.
Dessa seleção originaram aproximadamente 150 linhagens com diferentes tipos de grãos, panículas e porte de planta, até que no ano agrícola de 1996/1997 a linhagem IAC 1762 apresentou boa estabilidade agronômica e com potencial produtivo adequado para o padrão de tipos especiais, adaptando-se aos sistemas de plantio irrigado e terras altas com irrigação suplementar.
Testes de qualidade culinária realizados nos Estados Unidos revelaram um aroma acastanhado e teor de compostos fenólicos altos, dando a essa linhagem características específicas. A partir de 2001, iniciou-se a purificação de sementes e os experimentos avançados nas regiões produtoras do Estado de São Paulo para estimar o Valor de Cultivo e Uso (VCU).
COMPOSIÇÃO
A película que envolve o grão do arroz integral preto é rica em:
Hidratos de carbono, óleos, proteínas, compostos fenólicos, fibras, cobalto, vitaminas: A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicotínico, ácido pantatênico, pró-vitaminas C e E.
Clique aqui e veja o laudo emitido pelo ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos).
VANTAGENS
Valor calórico reduzido.
Evita a formação de resíduos tóxicos que poderiam causar fermentação excessiva (flatulência) ou prisão de ventre.
Evita transtornos metabólicos e dos órgãos, que poderiam levar à obesidade, degeneração celular ou doenças malignas.
Promove melhoria na função celular, no fluxo sangüíneo, na oxigenação dos tecidos e do cérebro, harmonizando as funções dos órgãos internos.
Auxilia na formação do sangue, juntamente com o ferro.
Participa da manutenção e integridade dos vasos e do fluxo sangüíneos.
Previne o envelhecimento precoce, a hipertensão arterial, o diabetes, doenças da pele, além de beneficiar o funcionamento do coração e dos rins.
UTILIZAÇÃO
O arroz integral preto, sob a forma de papa, tem importante papel no início da alimentação infantil, convalescentes ou debilitados.
CARACTERÍSTICAS DO GRÃO
cor do pericarpo.....................................comprimento médio do grão (mm).............largura média do grão (mm)....................espessura média do grão (mm)...............relação comprimento/largura...................peso médio de 100 grãos (g)..................classe................................................rendimento médio de grãos inteiros (%)....teor médio de amilose (%)......................temperatura de gelatinização...................
preto5,512,751,872,012,55médio6819,3baixo
CARACTERÍSTICAS CULINÁRIAS
Este tipo de arroz é para ser consumido na forma integral, possui aroma e sabor acastanhado, grãos muito macios após o cozimento, com excelentes qualidades nutricionais, se comparado aos tipos tradicionais.
Composição química da IAC 600 comparada ao arroz tradicional integral e polido.
Componentes
IAC 600
arroz integral
arroz polido
umidade (%)cinza (%)gordura (%)proteína bruta (%)fibra (%)carboidrato (%)valor calórico (Kcal)teor de aroma (ng/g de 2-AP)compostos fenólicos (m M trolox/g)
8,81,281,679,712,0280,12359,59980825
9,771,462,637,041,4277,68362,55-79
9,810,250,386,020,3279,53360,38--
REAÇÃO A DOENÇAS
A cultivar IAC 600 é altamente resistente às raças fisiológicas do agente causal da brusone ocorrentes no Estado de São Paulo, tanto nas folhas como nas panículas. Os resultados confirmam os testes com marcadores moleculares realizados pela USDA/Texas. Em relação à mancha de grãos e queima das bainhas, a IAC 600 é bastante resistente.
EQUIPE DE PESQUISA
Melhoramento: Cândido Ricardo Bastos e Luiz Ernesto Azzini - CAPTA de Grãos e Fibras (IAC); Omar Vieira Villela - PRDTA do Vale do Paraíba (DDD) e Anna M. McClung - USDA/ARS-Beaumont, Texas.
Fitotecnia: Paulo Boller Gallo - PRDTA do Nordeste Paulista (DDD); Lúcia Helena Signori Melo de Castro e Vanda Maria Angeli Malavolta - CAPTA de Grãos e Fibras (IAC).
Apoio técnico: Maria Eunice Braga Ferreira; Takio Oda, José Rogério de Oliveira e Sérgio José Coradelo.

SOBRE AS CARAMBOLAS

Veja só isto ... será mesmo ?

Carambola pode matar doente renal crônico, diz pesquisa [Fonte : Estadão Quarta-feira, 29 de maio de 2002 - 15h46]
Ribeirão Preto - Uma pesquisa iniciada em 1996 na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), descobriu que a carambola possui uma neurotoxina (só atua no sistema nervoso) que pode levar os doentes renais crônicos à morte. "Pacientes com insuficiência renal estão proibidos de comerem o fruto ou o doce ou ingerirem o suco de carambola", afirma o professor associado do Departamento de Bioquímica e Imunologia da faculdade, Joaquim Coutinho Neto. A cura dá-se com a hemodiálise.
Em 35 casos documentados com doentes nessa situação, o médico-assistente da Divisão de Nefrologia do Hospital das Clínicas, Miguel Moysés Neto, constatou sete óbitos, dois anteriores ao início do estudo.
"A carambola é saudável, boa e rica em vitamina C, e só faz mal às pessoas que tenham insuficiência renal", afirma Coutinho. Ele recomenda ainda atenção aos diabéticos que tenham lesão renal e epilépticos em tratamento.
Moysés acrescenta que os pacientes que fazem diálise peritonial e até os que não fazem a diálise também não devem alimentar-se de carambola para não correr riscos. Coutinho revela ainda outro detalhe curioso: a toxina da fruta age como um inseticida natural. E um inseticida comercial está em estudo.
A pesquisa começou quando Moysés recebeu um paciente que fazia diálise, de cerca de 54 anos, em agosto de 1996. Ele tinha sintomas estranhos, como confusão mental e soluços incoercíveis (intratáveis). Após 36 horas, ele morreu. Os exames clínicos nada constataram. A única diferença era que o paciente tomou antes um suco de carambola.
Moysés sabia que pesquisadores de Botucatu, em 1992, haviam citado que vários pacientes renais tiveram soluços quando um deles distribuiu carambolas aos colegas, antes de uma sessão. Os parentes nada apresentaram. Suspeitava-se que os frutos tinham agrotóxicos, mas não pesquisou-se e ficou uma lacuna na literatura médica até o surgimento do paciente de Ribeirão Preto, que tinha um pé da fruta no fundo do quintal, descartando a possibilidade do uso de agrotóxico.
Uma semana após a morte do paciente, Moysés atendeu outro que tinha tomado meio litro de suco de carambola. A hemodiálise curou-o e o médico avisou os demais que a carambola poderia ter uma toxina. Para confirmar isso, telefonou para Coutinho e pediu uma análise da fruta. Coutinho injetou sucos no sistema nervoso em cerca de 20 camundongos, verificando que todos tiveram convulsões - alguns morreram e outros tiveram um mal epiléptico. Porém, injetado no estômago, nada apresentaram.
Em seguida, o pesquisador tratou ratos com cloreto de mercúrio, provocando lesões renais crônicas nos animais, para simular um humano nessa situação. Aí, com o suco injetado no estômago, os ratos apresentaram soluços e convulsões.
"A neurotoxina da carambola, ingerida por uma pessoa normal que come a fruta, é absorvida pela digestão, filtrada pelo rim e excretada, sem sintomas", diz Coutinho. "Mas, se o rim não funciona, essa toxina é absorvida, concentra-se no sangue, atinge os neurônios em concentração maior e provoca soluços e convulsões."
A partir daí, intensificaram-se os estudos. Outros pacientes intoxicados foram atendidos, quatro morreram (de Divinópolis, Uberaba, São Paulo e Franca) - os outros dois, um de Ribeirão Preto e outro de Franca, morreram antes do início da pesquisa. "Um intoxicado grave morre até com o tratamento; a convulsão avançada é quase irreversível", explica ele.
O primeiro trabalho publicado no mundo sobre esse assunto ocorreu em 1998, pela revista européia Nephrogy Dialysis Transplantation, quando Moysés e Coutinho descreveram os seis primeiros casos. Até setembro deste ano, o segundo trabalho, com 32 casos (não deu tempo de incluir os três últimos) será publicado pela mesma revista. Cientistas chineses publicaram um artigo nos Estados Unidos em 2000 também sobre a carambola com doentes renais crônicos, citando 20 casos e oito óbitos.
Coutinho diz ainda que a carambola tem dez variedades, com diferenças de uma para outra. As mais ácidas têm mais toxina e não bicham, enquanto as maiores e mais coloridas têm menos toxina. "A árvore, em sua evolução, selecionou a toxina para se defender do ataque das moscas das frutas", diz o pesquisador. "É um inseticida biológico, natural."
Ele diz que os agricultores podem plantar pés de carambolas ao redor dos pomares ou colocar frutos em pontos estratégicos para combater as moscas. O pesquisador tenta desenvolver um inseticida comercial a partir da toxina já purificada. Após determinar a estrutura química completa, será feita a síntese laboratorial para chegar-se ao inseticida, provavelmente no final de 2003, após testes de campo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A CURA PELO BICARBONATO

Dr. Simoncini é um médico italiano, que desenvolveu métodos naturais de cura, sem 'remédios' nem drogas, simplesmente usando um produto que nosso corpo já fabrica como parte do processo digestivo ... impressionante !


a
d:\dados\ saúde \ a cura do câncer com bicarbonato..
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A CURA DO CANCER.
[a partir de estudos do Dr. Simoncini].
DIVULGUEM !

Amigas e amigos :
Este texto é parte integrante do Boletim Especial do dia 10/12/08, que trata da técnica desenvolvida pelo Dr. Simoncini para a cura do câncer.
As metodologias especificas que seguem foram traduzidas a partir do site dele :

Muito importante:
1) Mesmo que os tratamentos relacionados possam ser realizados pela própria pessoa, para alguns seria ideal a supervisão de um médico.
2) Oncologia pediátrica
A terapia pode ser aplicada também em oncologia pediátrica, ministrando as doses em função do peso do paciente.
3) A seguir as dosagens apropriadas a serem aplicadas com gotejador em função do peso corporal.
10 kg 100 cc de bicarbonato de sódio 5%
20 kg 150 cc de bicarbonato de sódio 5%
30 kg 250 cc de bicarbonato de sódio 5%
40 kg 350 cc de bicarbonato de sódio 5%
50 kg 400 cc de bicarbonato de sódio 5%
50 kg ou mais 500 cc de bicarbonato de sódio 5%
Para os outros usos (lavagem, etc.) a solução precisa ser suficientemente rica em bicarbonato de forma a ficar ligeiramente salgada (Experimente-a)

Tratamento circular a 360°

È indicado quando se ministra bicarbonato de sódio em uma cavidade (útero, bexiga, parte urinaria, estomago, boca, etc. ...).
deitar-se na cama ;
preencher a cavidade com a solução de bicarbonato ;
posicionar 2 travesseiros sob a bacia ;
rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora - ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.

Câncer do olho, melanoma da coróide e câncer da conjuntiva

Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em 1 copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar-se na cama.
Com una bombinha de colírio colocar 1 gota na conjuntiva a cada 3 minutos por 3-4 vezes, 1 vez por dia durante 6 dias.
Pausar durante 3 dias.
Realizar o ciclo inteiro de 9 dias por 4 vezes.
Efeitos colaterais : em caso de irritação, suspender o tratamento durante um dia.
Colocar 2 gotas de água e sal (uma colher de café em um copo) duas vezes ao dia.

Câncer da boca

Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em 1 copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar-se na cama.Manter na boca a solução com bicarbonato de sódio sem engoli-la, rodando 90° a cada 15 minutos, uma hora no total.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito, 3 vezes por dia, durante 6 dias.
3 dias de pausa.
Realizar o ciclo intero de 9 dias por 4 vezes.
Enxaguar sempre com bicarbonato de sódio após cada refeição.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Efeitos colaterais : em caso de queimação ou irritação, suspender durante 1 dia a aplicação e enxaguar com água e sal (uma colher de café em um copo) duas vezes ao dia ;
em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do estomago e do esôfago

Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em 1 copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Beber toda a solução.
Deitar-se na cama.
Rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.
Fazer 2 vezes ao dia antes do almoço e do jantar, por 1 mês.
1 semana de repouso.
Repetir o ciclo completo 2 vezes.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Efeitos colaterais : em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer da laringe

Colocar uma colher e meia de café de bicarbonato de sódio em ½ litro de água morna.
Verificar se é salgada.
Colocar o meio litro de solução em inalador rápido.
Fazer uma inalação 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Portanto, 6 dias de inalações e 6 dias de soro, de forma alternada.
Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em 1 copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar na cama.
Manter na boca a solução com bicarbonato de sódio sem engoli-la, rodando 90° a cada 15 minutos, uma hora no total.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.
2 vezes por dia antes do almoço e do jantar, por 1 mês.
Efeitos colaterais : em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do reto

4 colheres de sopa de 4 de bicarbonato de sódio em 2 litros de água morna.
Verificar se é salgada.
Realizar aplicação de lavagem retal (enema) lentamente, deitados na cama.
Posicionar 2 travesseiros sob a bacia.
Após o enema, segurando a solução no intestino, rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Realizar um enema 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Portanto, 6 dias enema e 6 dias soro, alternados.
Efeitos colaterais : em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por 2 dias os enema e realizar 1 enema por dia com 1 litro de água + 1/2 colher de sal ;
em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do útero e da vagina

8 colheres de sopa de bicarbonato de sódio em 4-5 litros de água morna.
Verificar se é salgada.
Posicionar-se na banheira como que num plano inclinado, com a bacia mais alta que as costas.
Subministrar lentamente na vagina a solução com uma mangueirinha.
Durante a lavagem rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.
Fazer a lavagem por 2 meses, iniciando a partir do término das menstruações suspendendo durante as menstruações sucessivas.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Efeitos colaterais : em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por 2 dias as lavagens e efetuar a mesma operação utilizando 5 colheres de sal em 5 litros de água por 2 dias ;
em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer da bexiga

Com a ajuda de um enfermeiro(a) posicionar um cateter dentro da bexiga.
Subministrar 150-200 cc de bicarbonato de sódio 5% na bexiga.
A cada dia durante 5 dias, em seguida dia sim dia não, por duas semanas.
4~5 dias de pausa.
Repetir o ciclo completo.
Efetuar a lavagem da bexiga lentamente, deitados na cama com dois travesseiros debaixo da bacia.
Após a lavagem rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito mantendo a solução na bexiga.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Efeitos colaterais : em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por 2 dias as lavagens e efetuar 1 lavagem ao dia com ½ litro de água + meia colher de sal ;
em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer de mama

Injetar com uma seringa logo acima do nódulo, seja à esquerda que à direita, 70-100 cc de solução de bicarbonato de sódio a 5%.
Todos os dias durante seis dias.
Aplicar ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio a 5% (a ser feito em 1 hora), 6 dias sim e 6 não em 4 ciclos.
Se o nódulo era muito grande repetir o tratamento local após 2 meses.
Se estiverem presentes linfonodos axilares palpáveis, estes podem regredir após o tratamento local.
Caso persistirem, também poderão ser infiltrados com a mesma metodologia usada no nódulo de mama.
Efeitos colaterais : caso durante o tratamento local apareça um estado de irritação acentuada, equimoses ou persistência de dor intensa, suspender durante um ou dois dias e em seguida voltar com o tratamento.
em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar ; salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Melanoma e câncer de pele

Utilizar um vidro de tintura de iodo a 7%.
Aplicar a tintura com um cotonete o um palito (em função da dimensão do tumor) sobre a área doente 20-30-40 vezes em sessões diária.
Continuar dia após dia até se formar uma crosta.
Ao se levantarem as bordas da crosta, evitar removê-la ou produzir abrasões.
Deixar que a tintura escorra debaixo da borda apoiando somente o palito em proximidade da borda.
Continuar de toda maneira a aplicar a tintura também sobre a área tratada.
Após a queda da primeira crosta continuar o tratamento sobre a área residual até cair a terceira crosta.
Neste momento o tumor deverá ter sumido.



Para mais informações, visite o site www.cancerfungus.com, ou www.curenaturalicancro.com.



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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

AVELOZ versus CÂNCER

d:\dados\ saúde \ higienismo \ doenças \ avelós x câncer..
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DROGA CONTRA CÂNCER EM TESTE.
adaptado de artigo publicado n’O ESP em 07-08-08, caderno ESPECIAL - BIODIVERSIDADE, folha X 3.
Hospital Albert Einstein avalia remédio feito com planta medicinal
De uma garrafada tipicamente nordestina pode nascer o primeiro medicamento 100 % brasileiro para o tratamento de cânceres.
O produto foi desenvolvido a partir de uma planta conhecida como avelós e se mostrou eficaz em testes ‘in vitro’ e com animais.
Agora ele começa e ser avaliado clinicamente em pacientes do Hospital Albert Einstein, em S. Paulo.
A árvore, presente no Brasil e em outras partes do mundo, há anos é manipulada em chás e nas tais garrafadas – misturas feitas com plantas consideradas medicinais pelo conhecimento popular e usada para os mais diversos fins.
O suposto potencial antitumoral do avelós havia despertado a curiosidade de cientistas, mas as várias tentativas de transformá-lo em medicamento se mostraram frustradas, por conta do seu alto teor de toxicidade.
Nenhuma tinha ainda conseguido comprovar sua segurança ou eficácia.
Até que entrou em cena o empresário do setor de bebidas Everardo Ferreira Telles, que viu um parente com câncer apresentar melhoras após tomar o preparado em Teresina, PI.
Oncologistas alegaram que era apenas uma coincidência mas, intrigado com o resultado, Telles resolveu investir em pesquisas com a planta.
O pesquisador Luis Francisco Pianowski, proprietário de uma empresa de consultoria farmacêutica, foi chamado para fazer o meio de campo entre pesquisadores e a indústria,
“Quando ele me procurou, confesso que estava um pouco cético, mas depois percebi que os resultados eram realmente promissores”, conta o farmacêutico, que coordenou os estudos junto a laboratórios e uma universidade do Brasil e no exterior, alem do Einstein.
O trabalho começou há apenas cinco anos, tempo considerado curto para a media de desenvolvimento de novas drogas, que costuma ser de dez anos, mas Pianowski afirma que isto se deveu aos altos investimentos.
Sem citar cifras nem mais detalhes sobre a molécula isolada, o pesquisador só conta que ela age inibindo os enzimas relacionados à multiplicação dos tumores e tem potencial antiinflamatório e analgésico.
Ele credita boa parte dos avanços dos estudos também ao fato de os pesquisadores terem identificado uma espécie menos comum de avelós (família das Euphorbiaceaea) que apresenta uma concentração menor de substâncias tóxicas.
Mas os pesquisadores fizeram ainda uma depuração da toxicidade para deixá-la adequada ao consumo humano.
No trabalho de desenvolvimento da molécula esteve envolvido, entre outros, o laboratório do farmacologista João Calixto, da Universidade Federal de Santa Catarina.
Parcerias anteriores entre Calixto e Pianowski renderam, por exemplo, o antiinflamatório de uso tópico feito com a erva-baleeira ou maria-milagrosa (Cordia verbenacea), um dos mais vendidos hoje no Brasil.
Alem de testar a segurança, as pesquisas farmacológicas serviram ainda para padronizar a planta, aumentando seu potencial, visto que não chegou a ser desenvolvida uma molécula sintética.
“A idéia é continuar utilizando a planta, para não desconfigurar a característica fitoterápica”, explica Pianowski.
O projeto recém iniciado no Einstein tenta agora comprovar a eficácia e a qualidade do produto.
Segundo o médico Dagoberto Brandão, da empresa PHC Pharma Consulting, que coordena os testes clínicos junto com Augusto Paranhos, gerente de pesquisa clínica do Einstein, a droga está sendo avaliada originalmente para tumores de mama e próstata.
Esta primeira etapa, com 20 voluntários, busca descobrir a dose mais bem tolerada pelos pacientes.
“Um possível efeito colateral é a diarréia, então temos que ver a dose máxima que podemos dar sem que isso se torne um problema”, diz Brandão, que participou do desenvolvimento do antiinflamatório à base de erva-baleeira.
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ALERTA SOBRE GORDURA HIDROGENADA ...

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d:\dados\ saúde \ higienismo \ alertas \ alerta – alimentação com gordura trans..
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GORDURA TRANS : o perigo oculto pela alimentação.
adaptado de artigo por Antonio Carlos do Nascimento, médico da USP.
Médico Endocrinologista, Doutor em Endocrinologia e Metabologia pela Faculdade de Medicina da USP, Nascimento tem vários artigos publicados ; a seguir, veja um deles que trata dos efeitos da gordura trans presente nos alimentos.
Por muito tempo, o colesterol foi tido e havido como o mais maldoso vilão na arte de gerar doenças vasculares, com destaque para as coronariopatias.
De fato, quando exageramos na ingestão de gorduras animais [e só tecidos animais produzem colesterol], sobrecarregamos nosso organismo com o famoso agente causador de doença vascular, que está quase sempre assessorado e associado a gorduras saturadas [imaginemos aqui a famosa gordura da picanha] e, dependendo da disposição genética e da insistência no erro alimentar, o capitulo final pode ser mesmo a morte por coronaropatia ou doença vascular cerebral, sem nem citar as fases intermediárias.
Porém, o tempo permitiu a defesa parcial e acadêmica desta substancia, sem a qual nem mesmo existiríamos, já que faz parte da estrutura celular de todas as nossas células.
Na verdade, produzimos 70 % de nosso colesterol circulante, os outros 30 % são oriundos da dieta, e possuímos capacidade de metabolizá-lo, basta que não ultrapassemos o limite individual da ingestão de gorduras animais, para um determinado organismo.
Mas durante os últimos 30 anos não fizemos só controle da ingestão de colesterol e gorduras saturadas, fizemos melhor, as principais fontes destas gorduras foram combatidas de frente, trocamos as gorduras de banha de porco [que nas dietas de 1960 eram vendidas em latas grandes de 1 ou 5 quilos], e a manteiga, pela ‘corretíssima’ gordura vegetal hidrogenada que, em sua forma mais palatável, é conhecida como margarina.
O mais legal é que esta forma de gordura sólida permitiu a produção de alimentos congelados elaborados, que podem ser guardados por muito mais tempo sem apresentar ranço ou piora no sabor.
Ótima também para derreter e fritar batatas e salgadinhos, deixando-os sequinhos e crocantes pois, quando a gordura esfria, volta à forma sólida e da o charme crocante ao produto.
Biscoitos feitos com essa gordura duram muito mais e ficam também muito mais crocantes – e tudo isso com óleo vegetal, só modificado para ficar mais sólido.
Que maravilha, não ?
Pois é, foi ai que erramos ; a gordura vegetal é em sua maior parte líquida, seja óleo de soja, canola, amendoim, milho ou oliva ; ocorre que o contato entre seus átomos de carbono é, em boa porcentagem, feito por ligações atômicas duplas ou triplas, e estas não permitem organização espacial para solidificação.
Colocar qualquer destes óleos vegetais em uma câmara de alta pressão de hidrogênio faz romper as ligações duplas e triplas e, nas valências livres criadas pelo processo, encaixam-se os hidrogênios.
Daí, gordura vegetal hidrogenada.
Muito bom ?
Não, péssimo.
Não temos leitura metabólica para essa estrutura, que nos invade a circulação após a digestão e acessa nossas membranas celulares em todos os sistemas, causando transtornos de toda espécie, incluindo doenças vasculares e transtornos metabólicos.
É até possível – e ai vai um devaneio do autor – que esta verdadeira horda de obesos pelo mundo afora tenha um patrocínio deste tipo danoso de gordura sólida, que vai além dos adendos calóricos.
O conhecimento dos danos causados pela gordura hidrogenada – que é um tipo de gordura trans – vem se acumulando nos últimos anos, com aprendizado suficiente para classificá-la como muito mais prejudicial à saúde que as gorduras animais.
0 consumo máximo permitido deste tipo de gordura é próximo de zero, tais são os malefícios entregues por ela.
E agora, o que fazer no meio de tantos interesses envolvidos ?
Se não sabemos, tem quem saiba.
A prefeitura de Nova York tomou partido cedo, e na cidade que é a “esquina do mundo”, os incomodados que se mudem, e interessados se adaptem pois, a partir de junho de 2007, nada pode ser elaborado com as tais gorduras vegetais hidrogenadas ; mais, a partir de junho de 2008, nada que contenha gordura poderá ser comercializado na ‘grande maçã”.
Já tem muita cidade nos EUA querendo engrossar o coro da cidade da “Broadway”, tomando atitudes semelhantes.
No brasil, a “ANVISA” tomou, em setembro de 2006, a conduta que nos EUA está estabelecida desde janeiro do mesmo ano, e tornou obrigatória a especificação da presença deste tipo de gordura, assim como a sua quantidade, em qualquer produto alimentício comercializado.
Já que sonhar não é [ainda] proibido, e São Paulo em tantos aspectos se assemelha à “capital do mundo”, quem sabe não lideraremos o movimento latino americano para o bem estar vascular ...

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ALERTA SOBRE ADOÇANTES ...

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ADOÇANTES – só é gordo quem quer.
adaptado de artigo por Maria Carolina do Nascimento.
Médica Endocrinologista, Doutora em Endocrinologia e Metabologia pela Faculdade de Medicina da USP, Maria Carolina do Nascimento é a autora do artigo abaixo ; é um alerta aos usuários de edulcorantes, que vale a pena conferir.

Os adoçantes dietéticos e seus limites.

Os chamados adoçantes dietéticos, isentos ou com baixíssima carga calórica, foram criados com a intenção de fornecer sabor semelhante ao açúcar e não ser metabolizado como ele, para diminuir muito o transtorno das pessoas que apresentem comprometimento total ou parcial do pâncreas em fabricar insulina.
Porém, o fato de um bolo ser feito com um adoçante dietético ao invés do açúcar não abre ao diabético a possibilidade de fartura ; o único beneficio, a principio, é a prevenção da súbita elevação dos níveis de açúcar em uma pessoa com dificuldades na sua metabolização.
Farinha de trigo – geralmente a branca –, manteiga, fermento, são todos ingredientes mesmo dos bolos mais simples e todos estes produtos, em maior ou menor tempo, são absorvidos diretamente como açúcar [caso da farinha de trigo] ou como ácidos graxos e glicerol [caso da manteiga, margarina ou outra gordura], e todos estes elementos são carregados de calorias.
Ou seja, mesmo nas pessoas diabéticas o beneficio dos adoçantes é meramente parcial, sendo extremamente importante o controle quanto ao aporte calórico total, com uma boa distribuição durante as 24 horas do dia para não haver grandes picos no nível do açúcar sanguíneo nem tampouco níveis constantemente altos.
Porém, hoje em dia os adoçantes dietéticos não participam somente da vida dos diabéticos, mas fazem parte do crescente universo de uma população que engorda vertiginosamente e vai se agarrando a tudo que pareça ajudar no intento de comer o que quiser e não engordar.
LEDO ENGANO ...
O maior consumo per capta do mundo de produtos diet / light é dos EUA, e nem por isso a população americana para de engordar.
De inicio, Diet era o produto sem açúcar, originalmente destinado a diabéticos ; Light era um adjetivo destinado a produtos com baixa caloria por conterem menos gordura e nada de açúcar se o produto precisasse de sabor adocicado ; indivíduos com elevados níveis de colesterol foram o primeiro alvo dos chamados Produtos Light.
Hoje os dois termos – diet e light – são usados indistintamente e têm o mesmo significado : baixas calorias por isenção de açúcar e / ou diminuição da quantidade de gordura ; por isto o termo diet / light.
Porém, se as gorduras hidrogenadas só há pouco passaram a ser questionadas quanto aos danosos efeitos colaterais à saúde de quem as consome, os adoçantes dietéticos já enfrentam a sociedade científica desde “os idos de 1897” quando foi criada a Sacarina, sendo este o primeiro adoçante, obtido a partir de um subproduto do petróleo e entrando em uso comercial em 1990.
Muito se tem questionado desde então quanto aos seus possíveis efeitos deletérios no organismo humano.
A maior parte dos atuais adoçantes artificiais no mercado brasileiro são também aprovados nos EUA, com níveis de segurança teoricamente difíceis de serem ultrapassados.
O Aspartame tem sido a bola da vez no quesito danos relacionados ao uso, tendo sido incriminado como causador de diversas doenças, e a mais constantemente citada como possível resultante do uso de aspartame é uma síndrome semelhante à esclerose múltipla, em que os movimentos voluntários








são interrompidos em tempos variáveis por outros que não resultam da vontade do individuo ; a evolução é errática e vai inicialmente transtornando a qualidade de vida da pessoa, para depois dificultar e impedir a continuidade da vida.
A maior parte destas divulgações são feitas a partir da Internet e não são fundamentadas em trabalhos científicos, não havendo provas irrefutáveis de quais doses deste saboroso adoçante possam trazer algum problema.
Aspartame é obtido a partir de fenilalanina e ácido aspártico, não devendo pois ser usado par pessoas com fenilcetonúria, uma rara doença congênita pesquisada ao nascimento com o teste do pezinho.
O aspartame não deve ser levado a altas temperaturas, já que perde o poder adoçante e talvez, neste caso, formem-se complexos tóxicos.
O Ciclamato é contra indicado para pessoas com problemas renais e aos hipertensos, já que apresenta sódio na fórmula e, como já se sabe, ele aumenta os níveis pressórios e, em pacientes renais, é excretado com maior dificuldade ; mesmo nestes casos, entretanto, o uso das doses habituais está muito longe de riscos.
A Sucralose é adoçante obtido a partir da modificação da sacarose – açúcar, de cana ou beterraba – e tem sabor agradável ; vai se estabelecendo como boa opção na substituição do açúcar.
A Stévia, com a virtude de ser o único adoçante “dietético” natural, ainda agrega as qualidades de não ser metabolizada e resistir a altas temperaturas.
Este triunvirato de qualidades faz da stévia a grande vedete dentre as substancias usadas em lugar do açúcar.
A planta que da origem a este adoçante é originária da Serra do Amambaí, entre o Paraguai e o Sul do Brasil, e já tinha seu poder adoçante reconhecido pelos índios.
Outro beneficio muito explorado pela indústria de adoçantes é que não favorece a ocorrência de caries, dado o fato das bactérias patrocinadoras da carie nutrirem-se de açúcar.
Virtudes e defeitos, riscos e segurança, somente o tempo nos dirá e os estudos nos darão a certeza.
Todos os adoçantes dietéticos são sempre indicados aos diabéticos, no tratamento da obesidade, e algo discutível em quem visa se proteger dos efeitos do açúcar.
Como a faixa de segurança dificilmente é alcançada, procure seu medico para obter informações sobre cada produto.








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